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Calor sem chuva é a previsão para as férias
Por Diário do Pará   
30-Jun-2011
Se o seu destino nessas férias é algum balneário paraense, pode se preparar para dias de muito sol. Durante todo o mês de julho, a previsão é de calor e poucas chuvas em quase todos os municípios do Estado. “O paraense com certeza terá um belíssimo veraneio”, garante José Raimundo Abreu, coordenador do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) no Pará. As maiores temperaturas durante o veraneio devem ser registradas no sul do Estado. Em municípios como Conceição do Araguaia, São Félix do Xingu e Redenção, os termômetros devem marcar até 38º na sombra. “Nesses locais, o desconforto térmico deve chegar a 40º”, diz Abreu.

As chuvas também quase não devem aparecer: serão duas ou três durante todo o mês. “Quase não teremos chuvas e elas serão de curta duração. O índice pluviométrico deve ser inferior a 30mm em todo o sul do Pará”, afirma.

Em Ajuruteua, Salinas, Marudá, Soure e Bragança, as pancadas de chuva devem ser principalmente durante os períodos da tarde e da noite. Mas nada que comprometa a diversão nos balneários. “As chuvas serão principalmente no período noturno, mas também de curta duração. Na maioria dos dias o clima será de muito sol e céu claro”. A mesma previsão é válida para o nordeste do Estado, em locais como Tucuruí e Cametá.

Em Belém, os dias do mês de julho também devem ser bastante ensolarados. A temperatura mínima deve ser de 23º durante a madrugada e de, aproximadamente, 35º no período entre 11h30 e 14h30. Nos meses de agosto e setembro, o Pará deve sofrer um período maior de seca. Segundo o meteorologista, a previsão é que o céu esteja mais transparente e que a radiação seja mais intensa. Nesse período, as temperaturas podem alcançar até 36º.

PROTEÇÃO

Quando o calor se intensifica, todo tipo de proteção é válida para tentar “fugir” dos efeitos nocivos dos raios solares. Protetor solar e guarda-sol são itens indispensáveis neste período para a estudante Luzia Santos. “Tento me proteger o máximo possível. Belém é muito quente e não dá para aguentar muito tempo debaixo de todo esse sol”, conta.

EM ALTA

O que para uns é tido como incômodo, para outros vira fonte de renda. Há quatro anos o vendedor Mário Magalhães ganha a vida vendendo guarda-sol ao longo da avenida Presidente Vargas. Mesmo quando o período de chuvas passa, as vendas continuam em alta.

“Nesse período, as lojas baixam o preço e dá para comprar mais para vender. Antes eu vendia por R$10, agora custa só R$5”, diz. O preço baixo e os dias de sol intenso garantem o sucesso do negócio: “vendo uns 40 desses por dia”, comemora.
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